“Nunca fomos catequizados. Fizemos foi carnaval”: a vacina antropofágica contra a doença fascista

Tipo de recurso
Autores/contribuidores
Título
“Nunca fomos catequizados. Fizemos foi carnaval”: a vacina antropofágica contra a doença fascista
Resumo
O presente artigo trata de apostar no carnaval como força afirmativa de subjetivação brasileira. Cartografando nossas mazelas históricas e presentes, mas, também e principalmente, nossas experiências estéticas modernas, trata-se, enfim, de localizar essa festa popular como um acontecimento que confronta a diretriz colonial de entristecimento dos trópicos. Para tanto, intercessores como Oswald de Andrade e Caetano Veloso surgem para ajudar a abrir veredas delicadas, inusitadas e singulares diante do grotesco que, de tempos em tempos, grita em nosso país. Sob a ativação dessas experiências estéticas, portanto, ao fim e ao cabo, a intenção maior é de forjar um equipamento ético de desvio da miséria radical em que mais recentemente nos colocamos.
Título da publicação
Mnemosine
Volume
18
Edição
2
Páginas
38-68
Data
10-11-2022
Abreviatura do periódico
Mnemosine
Idioma
Português
ISSN
1809-8894
Título curto
“Nunca fomos catequizados. Fizemos foi carnaval”
Data de acesso
29/09/2023 12:00
Catálogo de biblioteca
DOI.org (Crossref)
Citation 'apa'
Cecchetti, J., Mizoguchi, D. H., & Amaral, E. (2022). “Nunca fomos catequizados. Fizemos foi carnaval”: a vacina antropofágica contra a doença fascista. Mnemosine, 18(2), 38–68. https://doi.org/10.12957/mnemosine.2022.71181
Citation 'abnt'
CECCHETTI, J.; MIZOGUCHI, D. H.; AMARAL, E. “Nunca fomos catequizados. Fizemos foi carnaval”: a vacina antropofágica contra a doença fascista. Mnemosine, v. 18, n. 2, p. 38–68, 11 out. 2022.